São Paulo perde para o Grêmio e vaia já é rotina
É, amigos tricolores
Percebe-se que a coisa desandou quando se torce para o jogo acabar mesmo com seu time perdendo.
Foi difícil começar este texto. Pensei em comentar a tática, as alterações, escalações, tentei enumerar os erros e acertos de posicionamento, conclusão de jogadas, enfim, tentei analisar o jogo, mas até agora não consegui entendera partida que terminou em 4 a 2 para o Grêmio em cima do São Paulo Futebol Clube.
O primeiro tempo já havia sido um Deus dará absurdo, mas principalmente por parte do São Paulo. Os jogadores não respeitavam o posicionamento que, na minha opinião, já estava errado. O Barese tentou modificar o esquema tático, mas não seu muito certo. O jovem Carleto não sabia o que fazia em campo. Não sabia se era ponta esquerda, lateral, meia ou volante. Não foi nada e o São Paulo jogou com um a menos no primeiro tempo, o que rendeu 2x0 para um Grêmio livre em campo e sem muito esforço para atacar o tricolor paulista.
Fomos buscar o empate! Inacreditável! Marlos salvou-nos momentaneamente. Entrou na área do Grêmio ainda no primeiro tempo e sofreu pênalti. Rogério Ceni cobrou a penalidade com perfeição e levou o São Paulo para o intervalo com apenas um gol de diferença para o Grêmio.
Já no segundo tempo, novamente Marlos, o tricolor empatou a partida. Marlos pegou a bola na ponta esquerda, levou para a entrada da área e bateu colocado. 2x2 e com o São Paulo melhor em campo. A partir daí, o juiz se perdeu na partida que já deixava de ser um jogo profissional de futebol.
Os dois times saíam para o ataque, mas sem se preocupar com a marcação. O zagueiros subiam e os atacantes viravam meia. Nada deu muito certo. A cada 10 segundos de jogo, uma falta. Jogo truncado. Muitos cartões amarelos e reclamações com o árbitro. Para complicar ainda mais a vida, o juizão deu um pênalti contestável a favor do Grêmio, nada muito acintoso, mas de interpretação, o que gerou muita reclamação.
Com a desvantagem no placar o São Paulo deixou de jogar futebol de vez, mas ainda tínhamos mais posse de bola e éramos mais ofensivos. A coisa complicou mesmo quando nossos jogadores e torcidas viram o maior ídolo do São Paulo, capitão e líder do time, entregar a bola nos pés do atacante do Grêmio. Frangou sim, mas tem créditos.
Assista aos gols de Grêmio 4X2 São Paulo


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